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Emigrante que é emigrante vai a concertos de gente da terra! Assim foi. Ainda por cima tivemos sorte com o cartaz, que era precisamente o António Zambujo que nós tanto gostamos e lá vamos em romaria até à City Winery Chicago que, mal comparado, é uma espécie de casa de fados onde se pode petiscar e beber coisas boas. Só este mês vai receber dois artistas lusitanos. Foi o Zambas e, na semana que vem, a Ana Moura. A Mariza veio há uns meses. Não há vida cultural como a de Chicago.

Bom, mas o concerto foi do melhor. Aos primeiros acordes da guitarra portuguesa já estávamos todos arrepiados de olhinhos lacrimejantes, mas quando começam as músicas cujos refrões metem “…calças na mão…” e “apalpar as moças…” a malta perdeu a compostura e grita-lhe “Oh Zambujo, canta a Lambreta!!!”

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Pois que não éramos um mar de gente, tipo Tony Carreira, mas o nosso fadista não se pode queixar porque sendo poucos fomos muito calorosos. De tal maneira que no final acabámos a beber umas jolas (Sagres é que já não havia…) com o senhor e seus músicos. Falámos da vida nos States, do Trump que às tantas ainda ganha outra vez, e eles contaram as aventuras do Tour. Rimos e tirámos esta foto.

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E pronto. Assim se passou uma bela noite que deu para aquecer as alminhas lusitanas enregeladas com o frio de Chicago que não nos larga.

Cá te esperamos no regresso António, para nos cantares a Lambreta!

 

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